30 de nov de 2014

Divulgação: Com outros olhos - Thati Machado



Olá pessoal :)
Venho divulgar aqui para vocês o conto de minha amiga Thati Machado autora do livro PONTE DE CRISTAL, que por sinal estou amando <3

Sinopse: A vida perfeita de aparências da jovem Lana se desfaz como pó depois de um trágico acidente com seu então namorado Lucas. Destinada a ultrapassar todos os obstáculos que a vida lhe impõe, Lana ingressa na Companhia Raoul de Teatro - com a ajuda de seu irmão - sem que saibam das suas limitações. Seus companheiros de trabalho parecem não facilitar a vida da moça, principalmente Arthur, que interpreta seu par romântico na peça. Ironia do destino ou não, Lana vai descobrir que uma vida sem luz ainda pode lhe oferecer tudo que uma garota sempre sonhou. E que as aparências... Sempre enganam.

Link para compra e leitura imediata: http://www.amazon.com/dp/B00Q55LX3M

News Belas-Letras


Olá leitores :)
Mais novidades da Belas-Letras pra vocês.

OS ANJOS DO TEMPO DESEMBARCAM NA BELAS-LETRAS

Seja bem-vindo a Albion, uma cidade pacata onde tudo é regido pelo tempo. Sob o comando do Relojoeiro, uma figura imponente de ordem extrema, estão moradores comuns e acomodados. A não ser por Owen Hardy, é claro. Um jovem de 16 anos que resolve questionar a importância de cada pessoa decidir a própria vida. Burlando qualquer previsão, Owen dá início a uma jornada por um mundo alternativo criado em uma parceria que une dois grandes nomes: o baterista da banda Rush, Neil Peart e o escritor best-seller Kevin J. Anderson.

Essa é a sinopse de Clockwork Angels: os Anjos do Tempo, próximo lançamento da Belas-Letras. A trama expande o universo criado nas letras da banda Rush em seu 20º álbum de mesmo nome. A escolha da publicação se deu por votação dos leitores, que tinham à disposição outros 3 títulos do baterista da banda Rush, Neil Peart (The Masked Rider, Traveling Music e Far and Away). Acompanhe um conteúdo especial e exclusivo do livro, que tem pré-venda marcada para o dia 08/12.

Entrevista
BRUNO MATTOS

"É impossível que os fãs da banda não se interessem"
Tradutor de Clockwork Angels: Os Anjos do Tempo conta sobre a experiência e os desafios em traduzir a obra; 


Belas-Letras: O que há de mais curioso em “Clockwork: Os Anjos do Tempo?” 
Bruno: Sem dúvidas, o que mais atrai a minha atenção no livro é o universosteampunk, que para mim é um dos elementos mais fascinantes da ficção científica. É muito interessante essa questão de "imaginar o futuro a partir do passado", como se diz, imaginando como seria o nosso mundo se a tecnologia tivesse enveredado por outros caminhos possíveis. De certa forma, o steampunk é uma espécie de arqueologia da ficção científica - é imaginar como poderiam ter sido as obras especulativas se elas tivessem sido escritas 500 anos atrás.

Belas-Letras: Houve alguma dificuldade em adaptar o universo do livro? O texto tem um vocabulário bem específico da ficção-científica (como por exemplo, via vapórea). Como você adaptou esses termos para o português?
Bruno: Tradução sem dificuldade não existe. Nesse caso, acho que o mais complicado era a tradução de termos próprios ao gênero steampunk, o que exigiu bastante pesquisa. Isso foi desde os nomes para componentes de relógios até palavras que não existem nem em inglês. Parte delas eu peguei emprestada de outros livros do gênero publicados no Brasil, mas em outros casos foi necessário inventar algo, tentando recriar o caminho percorrido pelo autor para chegar àqueles termos.

Belas-Letras: E além desses termos, há um vocabulário bem rico, palavras não utilizadas no dia a dia (pelo menos na versão traduzida). Como você selecionou essas palavras?
Bruno: A riqueza de vocabulário surgiu de forma natural, porque o texto original também tem essa característica. A ficção especulativa costuma ter uma atenção especial para os detalhes, como forma de legitimar os aspectos "fantásticos" que surgem ao longo das histórias. É uma maneira de mostrar que, embora o nosso mundo não tenha a mesma estrutura que aquele universo ficcional, ele poderia ter. Acredito que seja por isso que o autor utilizou nomenclaturas referentes a peças de relógio, partes mecânicas, etc. Sem isso, a tradução não funcionaria.

Belas-Letras: Em que sentido os fãs da banda Rush poderão se identificar com a história?
Bruno: Bom, o livro é inteiramente baseado no álbum Clockwork Angels, então acho que é impossível que os fãs da banda não se interessem pelo texto. O trabalho do autor em conjunto com o Neil é muito interessante porque, ao invés de simplesmente adaptar as letras do disco para transformá-las em um romance, o que eles fizeram foi reunir todos os elementos que apareciam nas canções e expandir o mundo em que eles estavam inseridos. Tenho certeza de que os fãs vão gostar muito da experiência de comparar aquilo que haviam imaginado ao ouvir o disco com a versão escrita pelo Kevin Anderson. E o fato de Neil Peart ter participado do processo contribuiu muito para isso. No posfácio do livro, o baterista do Rush conta um pouco de como foi essa experiência de trabalhar em conjunto - algo que eles já pretendiam fazer havia muitos anos, e que só se concretizou agora. E fica claro que há uma mão do Neil por trás de cada detalhe, já que ele atuou ao mesmo tempo como um co-criador e um consultor do universo do livro (que, afinal de contas, foi criado por ele). O fato dos dois terem trabalhado juntos garante que a atmosfera seja perfeitamente adequada àquela do álbum. 

BRUNO MATTOS, responsável pela tradução de Clockwork Angels, é tradutor, jornalista, editor e crítico literário. Em 2012, cursou Tradução e Literatura e Cultura de Línguas Modernas (ênfase em inglês) na Universidad Autónoma de Madrid, na Espanha. Atua como tradutor para diversos sites, editoras, veículos de comunicação e produtoras de cinema.

Clique aqui para ler o primeiro capítulo de Clockwork Angels: Os Anjos do Tempo


PROMOÇÃO DE FINAL DE ANO

A partir de hoje, a Belas-Letras dá a largada para o fim de ano!
Em uma promoção especial e exclusiva para os leitores de nossa loja virtual, todos os títulos adquiridos por lá, além de frete grátis, irão acompanhados de um kit I <3 Books, que contém bloco, lápis e borracha personalizados.
A promoção é válida para todos os livros, exceto futuros lançamentos, e se encerra no dia 30 de dezembro.
Para acessar a loja virtual, clique aqui.

25 de nov de 2014

Resenha: Atestado de Óbito

Título: Atestado de óbito
Autor: M. R. Hall
Páginas: 475
Editora: Galera Record

Não sou muito de falar sobre os livros que li... Porém, assim como quem não quer nada este livro me encantou. Embora tem umas partes confusas (o fim), ele é fascinante e tem muito do que eu gosto: romance, suspense, polícia, um pouco de riso... 

ATESTADO DE ÓBITO conta sobre a mudança de trabalho de Jenny Cooper, seus medos e a luta contra "O Sistema" para desvendar duas mortes supostamente mal resolvidas.... 

No meio do caminho tem a assistente do seu antecessor, um bonitão, um ex marido, um filho, a atual do ex, uma jornalista insistente, muita gente que não deseja que esse caso seja revisto e um psicoterapeuta... 

Não sei como ela consegue lidar com tudo isso.. 

Só sei que quando acabei de ler eu disse QUERO MAIS... 

Numa escala de 1 a 5 eu dou nota 4.

13 de nov de 2014

Série Brasilidade: Manoel de Barros



Olá leitores :)
Hoje trago a série brasilidade com o poeta Manoel de Barros que infelizmente veio a falecer hoje. 

BIOGRAFIA
Manoel Wenceslau Leite de Barros foi um poeta brasileiro do século XX, pertencente, cronologicamente à Geração de 45, mas formalmente ao pós- Modernismo brasileiro, se situando mais próximo das vanguardas europeias do início do século e da Poesia Pau-Brasil e da Antropofagia de Oswald de Andrade. Recebeu vários prêmios literários, entre eles, dois Prêmios Jabutis. É o mais aclamado poeta brasileiro da contemporaneidade nos meios literários. Enquanto ainda escrevia, Carlos Drummond de Andrade recusou o epíteto de maior poeta vivo do Brasil em favor de Manoel de Barros . Sua obra mais conhecida é o "Livro sobre Nada" de 1996.




O livro sobre nada

É mais fácil fazer da tolice um regalo do que da sensatez.
Tudo que não invento é falso.
Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.
Tem mais presença em mim o que me falta.
Melhor jeito que achei pra me conhecer foi fazendo o contrário.
Sou muito preparado de conflitos.
Não pode haver ausência de boca nas palavras: nenhuma fique desamparada do ser que a revelou.
O meu amanhecer vai ser de noite.
Melhor que nomear é aludir. Verso não precisa dar noção.
O que sustenta a encantação de um verso (além do ritmo) é o ilogismo.
Meu avesso é mais visível do que um poste.
Sábio é o que adivinha.
Para ter mais certezas tenho que me saber de imperfeições.
A inércia é meu ato principal.
Não saio de dentro de mim nem pra pescar.
Sabedoria pode ser que seja estar uma árvore.
Estilo é um modelo anormal de expressão: é estigma.
Peixe não tem honras nem horizontes.
Sempre que desejo contar alguma coisa, não faço nada; mas quando não desejo contar nada, faço poesia.
Eu queria ser lido pelas pedras.
As palavras me escondem sem cuidado.
Aonde eu não estou as palavras me acham.
Há histórias tão verdadeiras que às vezes parece que são inventadas.
Uma palavra abriu o roupão pra mim. Ela deseja que eu a seja.
A terapia literária consiste em desarrumar a linguagem a ponto que ela expresse nossos mais fundos desejos.
Quero a palavra que sirva na boca dos passarinhos.
Esta tarefa de cessar é que puxa minhas frases para antes de mim.
Ateu é uma pessoa capaz de provar cientificamente que não é nada. Só se compara aos santos. Os santos querem ser os vermes de Deus.
Melhor para chegar a nada é descobrir a verdade.
O artista é erro da natureza. Beethoven foi um erro perfeito.
Por pudor sou impuro.
O branco me corrompe.
Não gosto de palavra acostumada.
A minha diferença é sempre menos.
Palavra poética tem que chegar ao grau de brinquedo para ser séria.
Não preciso do fim para chegar.
Do lugar onde estou já fui embora.

9 de nov de 2014

News Belas-Letras


Olá leitores :)
Mais novidades de nossa editora parceira para vocês.


Nenhuma deficiência física é capaz de parar a trajetória de um verdadeiro campeão. É o que mostra o lançamento de novembro da Belas-Letras, Para-Heróis, o primeiro livro escrito pela repórter da TV Globo/SporTV Joanna de Assis, que chega às livrarias em 10 de novembro. 
Depois de uma apuração jornalística de dois anos, dez dos principais para-atletas brasileiros ganharam vida de um ângulo diferente. Ela os acompanhou durante as competições e ouviu suas histórias de vida. Alguns nasceram já deficientes; outros tiveram de aprender a lidar com a frustração de ter um membro decepado, por exemplo. Mas no fim Joanna descobriu que o que faz diferença na vida de um herói é o coração.

· Confira uma entrevista com Joanna de Assis sobre o livro
· Leia o primeiro capítulo de Para-Heróis


Esteja pronto para se surpreender com o que vai ler neste livro. É a vida que está ao seu lado e talvez você não veja. Não precisa nem gostar de esporte, muito menos do esporte praticado por pessoas com muito mais dificuldades do que as demais, como é o caso. Basta gostar de boas histórias, como estas, contadas pelo olhar sensível e comovente da repórter Joanna de Assis. As histórias de dez pessoas especiais com um sonho em comum: tornarem-se campeões paraolímpicos. Alguns já nasceram com uma deficiência, outros a encontraram mais tarde, mas todos eles descobriram que, mesmo num corpo limitado, o que faz a diferença na vida de um herói é o coração.

Vou receber esse livro da editora e a resenha virá em breve :) Aguardem!


2 de nov de 2014

Resenha: A extraordinária garota chamada Estrela

Título: A extraordinária garota chamada Estrela
Autor: Jerry Spinelli
Nº de Páginas: 192
Editora: Gutenberg

Quando recebi a lista de livros para escolher um exemplar para resenhar, esse título me chamou bastante atenção e decidi escolhe-lo. Quando comecei a leitura, fui ficando cada vez mais fascinado por esse livro. 

Até que ponto ser diferente é normal? De maneira simples e direta, o autor Jerry Spinelli nos conta a estória de uma garota que agia de uma maneira muito boa com as demais pessoas que as mesmas estranhavam essa sua maneira gentil de ser. 

O livro é narrado por Leo, um garoto que que apaixona e fica impressionado com o jeito de Estrela, uma garota que sempre estudou em casa e que entra na escola de ensino médio de Mica para fazer uma verdadeira reviravolta na pacata escola.

As atitudes da garota nos faz pensar se um dia seremos ou fomos assim, pois são atitudes que todos poderíamos fazer no nosso dia a dia que deixamos passar pelo simples fato do conformismo ou da vergonha
A história não é repleta de reviravoltas ou nos faz torcer por um romance, mas é sim uma “lição de vida” pois, nos mostra que as vezes mudar para agradar um grupo de pessoas nem sempre vale a pena. Que é melhor você ser do seu jeito.

A Extraordinária Garota Chamada Estrela” mostra que o ser humano pode ser muito mais, e que isso pode ser simples, natural e belo.
Próxima Página